









Para a amiga Dulce,com votos de Boas Festas e este meu Postalinho singelo.

Para o ano conto convosco e podem contar comigo.Um abraço forte de amizade.



E assim regressavam para a ceia.
Hoje a minha avó Zulmira,completa 85 anos de idade.E eu dou-lhe mesmo á distância os parabéns e desejo-lhe melhor ainda da vida. Que a saúde seja a melhor. E que ainda possa saborear de bons moementos,sobretudo junto do meu avô.Gostei de te ver avó no verão.Achei-te diferente...eras uma mulher cheia de vida e agora nem tanto...sei que os anos passam e a idade não perdõa,mas...pensava encontrar-te de outro modo.Mas olha apesar de tudo eu gosto de ti.O que lá vai,lá vai! Acredita que não penso já nisso.Gosto muito de ti e desejo-te o melhor,mas tu sabes que o avô,é sempre o avô para mim.Não podemos ser todos iguais e gostar das mesmas coisas ou pessoas.Mas eu gosto de ti,mas do avô bem mais.Não adianta,esconder esse facto.Mas foi bom ver-te e beijar-te e falar contigo,relembrar-te até factos felizes.Pedi-te para cantar e sorriste e disséste-me :Olha que já não sei!Não me lembro mesmo! Mas ver-te sorrir e a dizeres-me senta-te aqui junto de mim,acredita que me marcou.O coração estava apertadinho.Quem me dera ainda poder abraçar-te,nem que fosse por breves momentos. E hoje,se a distância não impedisse e outros factos,teria muito gosto de cuidar de ti.Pelo menos de atenção,de amor é o que precisas. 



Aqui venho com carinho.



Da afilhadinha


Dias bonitos que até apetece andar na passeata.E eu embora com dificuldade que este meu pé ainda está a portar-se mal,não resisti e ontem e hoje ,lá fui.Mas,acompanhada das minhas muletas.Minhas grandes amigas!Fez-me bem andar um pouco mais que o habitual dos últimos tempos. As dores,pioraram,mas sinto-me bem a respirar a natureza,apanhar o solinho,com cuidado que a constipação ainda cá anda.
Ai,eu estou com saudades.
"Folha d' ocasião"
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…
E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
Augusto Gil

S.Simão(Imagem da net)
...ESCREVER... 


Não tens grandes ilusões.




Obrigada,por tudo Mãe!
Amo-te! Nunca me abondonas! Obrigada,minha doce mãe!